Monday, April 23, 2007

CRISE EM CABINDA


As forças Armadas Angolanas bateram o Padre Jorge Congo e levara'no a cadeia. O povo religioso revoltou-se e estiveram todos em peso na cadeia e em frante ao tribunal onde enfrentavam os anti-motins. O povo estava com paus e pedras até que o padre foi liberto.
As manifestações continuaram até ao dia de ontem toda tarde em em todas as ruas, religiosos cantando e gritando o nome do Padre Congo.

Tuesday, March 27, 2007

Internacionais da Eritreia pediram asilo a Angola

Seis jogadores da selecção da Eritreia, que domingo passado defrontaram e perderam (1-6) com Angola, num encontro de qualificação para a Taça das Nações Africanas, aproveitaram a estadia em Luanda para pedir asilo político às autoridades angolanas. De acordo com a imprensa local, os internacionais evocaram razões de insegurança e violação dos direitos humanos como factores justificativos para pedir asilo, recusando regressar ao seu país com a restante comitiva da selecção. "Posso confirmar que seis jogadores pediram asilo e estão sob custódia das autoridades angolanas", declarou uma fonte ligada às Nações Unidas, citada pela agência Reuters.

Saturday, March 24, 2007

NBA- KOBE BRYANT VOLTA A ATINGIR 50 PONTOS



Pelo quarto jogo consecutivo, Kobe Bryant voltou a atingir a marca dos 50 pontos, desta feita na vitória dos Lakers ante os Hornets (111-105), alcançando um feito até agora exclusivo de Wilt Chamberlain.

AP Resultados:Philadelphia – Charlotte, 106 - 97

Indiana – Miami, 95 - 70

Toronto – Denver, 121 - 94

Cleveland - New York, 90 - 68

Boston – Dallas, 95 - 109

Atlanta – Portland, 100 - 102 (a.p.)

Orlando - New Jersey, 90 - 82

New Orleans - LA Lakers, 105 - 111

San Antonio – Detroit, 90 - 89

Seattle – Minnesota, 85 - 82

LA Clippers – Utah, 104 - 72

Golden State – Washington, 135 - 128

Sunday, March 18, 2007

Fidel Castro pode regressar ao poder


O Presidente do Parlamento cubano, Ricardo Alarcon, disse que Fidel Castro estará em perfeitas condições para se candidatar à reeleição ao cargo de deputado, primeira etapa para a recondução à presidência.


Segundo o sistema eleitoral de Cuba, o chefe do estado é eleito pelo Parlamento e o processo terá início dentro de alguns meses.
O líder cubano não é visto em público desde que foi submetido a uma delicada intervenção cirúrgica em Julho do ano passado.
As declarações de Alarcon foram feitas depois de uma sessão parlamentar para discutir as próximas eleições.
"Em Março de 2008, Cuba estará pronta a realizar eleições que deverão incluir Fidel Castro", disse Alarcon.
O chefe do parlamento cubano disse que Fidel Castro se estava a concentrar na recuperação e reabilitação de modo a poder candidatar-se à reeleição como deputado.
"Ele não abandonou as suas funções, tem tomado parte nas principais decisões e assumido as suas responsabilidades de uma forma diferente porque está doente, foi submetido a uma intervenção cirúrgica e está a recuperar. Até que ponto e de que modo e quando irá voltar a fazer as coisas como dantes é algo que lhe caberá decidir", disse Ricardo Alarcon.
O processo de escolha de candidatos à Assembleia Nacional começará dentro de poucos meses e segundo correspondentes, será o primeiro passo para a recondução do líder cubano que é eleito pelos deputados e não directamente pelo povo. Apenas podem concorrer candidatos aprovados pelo Partido Comunista.
O presidente do parlamento disse que tem mantido frequentes contactos com Castro nos últimos tempos e acrescentou que apesar do líder cubano ter cedido o poder ao irmão, não havia renunciado.
Alarcon não explicou se Raúl Castro permanecerá no poder caso Fidel recupere o suficiente para retomar funções a tempo inteiro.

Thursday, March 15, 2007

Professores caboverdianos à beira da greve


Em Cabo Verde a situação sociolaboral continua na ordem do dia, com o governo e os sindicatos a darem mostras de estarem desavindos.


Depois da greve de dois dias dos enfermeiros realizada no início esta semana, está em preparação outra greve, também de dois dias, desta feita dos professores.
Mais para adiante, os sindicatos acenam com uma paralisação geral como forma de levar o governo do primeiro-ministro José Maria Neves a aceitar as reivindicações dos trabalhadores.
A situação sociolaboral em Cabo Verde parece estar a atravessar o seu pior momento dos últimos 10 anos.
Última tentativa
Esta quinta-feira os sindicatos e o Ministério da Educação efectuam mais uma ronda negocial para ver se chegam ou não a acordo em relação a uma série de reivindicações que se prendem com a melhoria salarial, carreiras, redução da idade de reforma dos professores, etc.
Trata-se esta de uma última tentativa de diálogo entre o governo e os sindicatos.Mas pelos sinais já emitidos é pouco provável que se chegue a um acordo.
Na ausência de entendimento os professores entram em greve na próxima semana, nos dias 22 e 23.
Para os sindicatos, o governo não tem cumprido com a sua palavra, não respeitando compromissos assumidos que se arrastam há mais de três anos.
Greve
O secretário-geral da maior central sindical do país, a UNTC-CS, volta a acusar o governo do primeiro-ministro José Maria Neves de não estar facilitar o clima sociolaboral em Cabo Verde, responsabilizando-o por tal facto.
Para Júlio Ascensão Silva, é fundamental que os acordos laborais sejam cumpridos.
Em relação aos professores, Júlio Ascensão Silva disse esperar que a reunião desta quinta-feira com o Ministério da Educação possa surgir um entendimento. Caso contrário, é a greve a falar mais alto.
O secretário-geral da União Nacional dos Trabalhadores Cabo Verde – Central Sindical responsabiliza o governo e o patronato por não estarem a cumprir os acordos de concertação social.
Daí a instabilidade sociolaboral por que passa Cabo Verde actualmente.

Luanda e Kinshasa esclarecem 'conflito' fronteiriço


As diplomacias de Angola e da RDC já ultrapassaram o problema fronteiriço criado à volta de uma localidade situada na região das vizinhas províncias da Lunda norte, angolana, e Bandundu, congolesa.


Trata-se da localidade de Sancanjinda, conhecida actualmente por Saiguanda, em torno da qual surgiram informações desencontradas, com acusações provenientes da RDC segundo as quais Angola estaria a violar o traçado da fronteira comum herdada da colonização.
Pelos vistos o assunto tomou tais proporções que os dois presidentes orientaram os seus executivos, quer a nível local como central, para rapidamente esclarecerem a situação, o que foi prontamente executado, a traduzir a nova fase do relacionamento político entre Luanda e Kinshasa após a queda de Mobutu Sesse Seko.
Depois das concertações realizadas no principio deste mês ao nível dos responsáveis provinciais da Lunda-Norte e de Bandundu, teve lugar esta semana em Kinshasa uma reunião dos chefes das diplomacias dos dois países.
Respeito pelas fronteiras
No encontro, que teve por base as conclusões a que chegaram os peritos dos dois países Angola e a RDC reafirmaram o engajamento na intangibilidade das fronteiras comuns herdadas da colonização.
Na reunião João Miranda, o chefe da diplomacia angolana, refutou as acusações de ocupação do território congolês considerando-as sem fundamento tendo reiterado que a policia angolana não atravessou a fronteira congolesa.
O ministro João Miranda reiterou a vontade do governo de continuar a trabalhar no sentido do reforço dos laços de amizade, fraternidade e de boa vizinhança entre Angola e a RDC.
O ministro de estado congolês encarregue dos negócios estrangeiros e da cooperação internacional, Antipas Bussa Niauissi, que encabeçou a delegação congolesa sublinhou a qualidade e a constância das relações de amizade e cooperação reforçadas até por laços de consaguinidade entre os dois países.
Políticos "mal intencionados"
As duas delegações confrontaram as informações técnicas recolhidas no terreno tais como reportadas pelos respectivos peritos, tendo concluído que não houve qualquer alteração na fronteira comum.
Já em Luanda João Miranda atribuiu as informações sobre a suposta violação do território congolês a políticos congoleses mal intencionados que deste modo tiveram um comportamento inamistoso para com Angola.
O ministro angolano das relações exteriores considerou que tudo afinal não passou de um mal entendido provocado por acusações de políticos congoleses que agiram de má fé.

Monday, March 12, 2007

DESPORTO INTERNACIONAL


Mourinho: "Seria uma honra treinar o Real"


O técnico mais marrento do mundo, o português José Mourinho, não esconde seu desejo de dirigir o clube mais famoso do planeta: o Real Madrid. Em entrevista ao jornal lusitano “Record”, o treinador do Chelsea revela sua vontade, mas avisa que não deve realizá-la na próxima temporada.
- Seria uma honra treinar o Real Madrid. Gostaria muito de trabalhar no clube. Não descarto no futuro, mas na próxima temporada ainda tenho contrato com o Chelsea – ressalta Mourinho, que se diz encantado pelo futebol inglês e, pasmem, elogia o italiano Fabio Capello, atual comandante do time merengue.
- O Real não pode ter melhor treinador.

Thursday, March 8, 2007

Abuso dos direitos humanos é pior em Darfur


O relatório anual do Departamento de Estado pretende salientar os abusos de direitos humanos em todo o mundo.


O relatório anual do Departamento de Estado pretende salientar os abusos de direitos humanos em todo o mundo.
Os Estados Unidos descreveram o que designam como o genocídio em Darfur, como a situação mais grave.
O relatório condena o governo do Sudão por não conseguir acabar com as mortes na província de Darfur.
O enviado especial das Nações Unidas para Darfur, Jan Eliasson, disse ao Conselho de Segurança da ONU que fez algum progresso mas não o suficiente, durante a sua última visita ao Sudão.
Eliasson disse que tinha tido encontros com representantes do governo e líderes rebeldes e que todos admitiram que não havia uma solução militar para a crise.
Ao falar aos jornalistas, Eliasson disse que os membros do Conselho de Segurança da ONU estavam desapontados com o facto das autoridades sudanesas ainda não terem respondido a uma carta do Secretário Geral, Ban Ki Moon, com uma proposta de envio de uma força conjunta da União Africana e da ONU.
No relatório dos Estados Unidos, a Coreia do Norte, a Birmânia, actualmente conhecida como Myanmar, o Irão, o Zimbabué e Cuba também se encontram entre os piores ofensores dos direitos humanos.
As críticas da Coreia do Norte acontecem no mesmo dia em que diplomatas americanos e norte-coreanos se encontraram em Nova Iorque para discutir a normalização das relações diplomáticas entre os dois países.
O relatório também contém críticas a aliados dos Estados Unidos, sobre a situação no Paquistão e Afeganistão que continua a ser grave.
No Iraque, o relatório dá conta da acentuação da violência sectária e de actos de terrorismo os quais prejudicam fortemente o progresso no país.
O tom do relatório sugere que no ano passado tiveram lugar regressões significativas nos esforços para o respeito dos direitos humanos.
Há ainda preocupações com a degradação da liberdade tanto na Rússia como na China.


INTERNACIONAL


Iraque: EUA dizem não existir solução militar


O novo Comandante norte-americano no Iraque, o General David Petraeus, delíneou os seus planos para melhorar a segurança no país, mas salientou que não existe uma solução militar para os problemas no Iraque.



O novo Comandante norte-americano no Iraque, o General David Petraeus, delíneou os seus planos para melhorar a segurança no país, mas salientou que não existe uma solução militar para os problemas no Iraque.
Na sua primeira conferência de imprensa desde que assumiu o posto no mês passado, o General Petraeus disse que a reconciliação política era essêncial para pôr fim à insurgência.
Ele disse haver alguns sinais positivos desde que o novo plano de segurança começou a ser implementado, mas alertou que vão contínuar a existir ataques surpresa perpetrados pelos insurgentes.
"A acção militar é necessária para ajudar a melhorar os níveis da segurança mas, por várias razões, não é suficiente" disse o General Petraeus aos jornalistas.
Envio de reforços
O secretário da defesa norte-americano Robert Gates, aprovou o envio de mais de 2 mil polícias militares para a capital iraquiana.
Gates disse que o comando militar em Bagdade pediu um reforço aos mais de 20 mil soldados que foram aporvados pelo Presidente George Bush.
Em declarações no congresso, o secretário da defesa disse que este pedido foi feito pelo General David Petraeus.
"Temos um novo comandante na cidade e ele está a ter em conta as necessidades que garantam a segurança da população", disse Gates.
"São perto de 2,200 homens que vão ajudar as operações da polícia em relação aos detidos", concluiu.
Robert Gates acrescentou que são esperados um aumento do número de prisões durante o processo de estabilização de Bagdade.
Mais violência
Esta medida é conhecida quando surge a informação de mais um atentado suícida na cidade de Balad Ruz, a nordeste da capital.
26 pessoas morreram e muitas outras ficaram feridas.
Segundo o relato das autoridades, o bombista entrou num café que estava cheio de gente e fez explodir a bomba que trazia consigo.
Antes deste atentado, pelo menos 9 pessoas já tinham sido mortas em ataques a peregrinos shiitas.
No pior desses ataques, 8 peregrinos perderam a vida numa explosão que era dirigida a eles e à polícia que os protegia.
Quando lhe pediram para comentar estes ataques, o comandante das forças americanas no norte do país Benjamin Mixon, disse que algumas forças da região pela qual ele é responsável , já tinham sido transferidas para a capital.
"A única coisa que estamos a fazer é ajudar no patrulhamento das avenidas que dão acesso à capital", disse.
"Também enviamos 2 brigadas do meu sector para participar nas operações Bagdade", acrescentou.
Um correspondente da BBC em Washington diz que esta decisão de enviar mais militares para o Iraque, vai ajudar a aquecer o debate nos Estados Unidos sobre a melhor estratégia para aquele país.
Ele acrescenta que os Democratas tentaram sem sucesso bloquear aquilo que eles chamam de escalada de violência no Iraque.

TECNOLOGIA


ISRAEL APRESENTA ROBÔ MATADOR PORTÁTIL PARA SUBSTITUIR SOLDADOS


Autômato vem equipado com pistola automática e granada. Objetivo israelense é reduzir os riscos para os soldados.


Uma companhia de equipamentos militares de Israel revelou na quinta-feira (08) um robô portátil capaz de ingressar em zonas de combate perigosas sozinho e atacar inimigos. A máquina é equipada com uma pistola automática e granadas.
O VIPeR, do tamanho de uma televisão pequena, foi inventado como parte dos esforços de Israel para desenvolver armamentos que reduzam riscos a seus soldados em combates corpo a corpo contra militantes palestinos ou do grupo libanês Hezbollah.
A fabricante da máquina, Elbit Systems, disse que o tamanho reduzido do VIPeR e suas esteiras duplas permitem que o robô se locomova por escadas, escombros, corredores escuros, cavernas ou túneis estreitos.
Além de funções de detector e de desarmamento de bombas, o VIPeR pode transportar uma pistola automática ou plantar uma granada. As armas podem ser guiadas por uma câmera de vídeo embutida no robô.
Segundo a Elbit, que tem relacionamento próximo com o Ministério de Defesa, Israel planeja usar o VIPeR em suas unidades de infantaria após testes de campo. O robô também pode interessar forças policiais de outros países ou tropas dos Estados Unidos no Iraque e Afeganistão.

Monday, March 5, 2007

Amnistia Internacional critica Angola


O governo de Angola foi criticado por ter removido à força, milhares de pessoas das suas casas, para a entregar os terrenos vagos a novos projectos habitacionais nos arredores da capital, Luanda.
Um relatório do grupo de defesa dos direitos humanos, Amnistia Internacional, acusou igualmente a Igreja Católica de ter estado envolvida nas expulsões.
De acordo com a Amnistia Internacional, desde Setembro de 2004 que casas são repetidamente demolidas num bairro de Luanda para dar lugar a novos projectos residenciais públicos e privados.
A organização diz que nenhum dos residentes afectados foi compensado ou recebeu acomodação alternativa adequada.
"Violência extrema"
O relatório da Amnistia Internacional alega que quase todos os despejos envolveram o uso de "força excessiva" por parte das autoridades angolanas.
O grupo de direitos humanos diz também que muitas das expulsões registadas nos últimos 2 anos foram levadas a cabo aparentemente a pedido da Igreja Católica.
Isto porque cerca de 2 mil famílias viviam em terrenos onde a igreja pretende erguer um santuário.
No mês passado, a agência humanitária Christian Aid disse que o governo angolano e companhias privadas de segurança, haviam recorrido a violência extrema, nos últimos 2 anos, para expulsar pessoas que viviam ilegalmente nos musseques - ou bairros de lata - de Luanda.
Segundo a Christian Aid, a capital angolana vive uma grave crise habitacional.
A cidade, que há 30 anos tinha 400 mil habitantes, alberga hoje entre 3 a 4 milhões, apesar de, em termos estruturais, não ter crescido muito.

DESPORTO


Crime ameaça preparativos para o Mundial


As autoridades sul-africanas estão determinadas a baixar os níveis de crime urbano a tempo para que milhares de adeptos visitantes possam assitir aos jogos da próxima da Taça Mundial em segurança.


Enquanto os inspectores da Federação Internacional de Futebol, FIFA, visitam esta semana as obras dos estádios da cidade de Durban, onde muitos dos jogos vão ser disputados, o Governo põe em prática um pacote de segurança.
Durante o anúncio, esta semana, do Orçamento Geral, o ministro sul-africano das Finanças, Trevor, Manuel, disse que pretende aumentar em 34 por cento o número de agentes policiais de modo a que, em 2010, hajam 190 mil no activo.
Dividendos da Taça
Em Umlazi, nos arredores de Durban, novas estradas estão a ser construídas à volta do estádio de King Zwelithini.
Clubes locais sul-africanos apostam na prosperidade
Apesar dos altos níveis de crime, pobreza e desemprego os residentes acreditam que o influxo de turistas vai ajudar a recuperar a economia local. Um novo centro comercial já foi aberto enquanto o hospital local se encontra em obras de renovação.
Os que jogam futebol, claro, sonham em lucrar mais directamente com os dividendos da Taça. Siyanda Maphumulo, de 22 anos, trabalha durante o dia num supermercado e pratica todas as noites nos Pioneiros de Durban.
Ele acredita que está destinado para a glória apesar do treinador do seu clube, Sandile Gumede, se mostrar apreensivo quanto ao futuro .
"2010 é já daqui a semanas", disse Gumede ao correspondente da BBC na África do Sul.
"O que vai acontecer em 2011? E em 2012? Os políticos vão continuar empenhados no futebol? Os investidores vão continuar interessados em pequenos clubes como o nosso?"

Sandile Gumede, técnico dos Pioneiros de Durban
Cepticismo de parte
Tim Modise, do comité da organização sul-africana dos jogos, acredita que os estádios vão estar prontos a tempo e que as 200 associações de futebol da Fifa "não têm razões para se preocuparem".
Modise faz questão de recordar aos cépticos as palavras do presidente da Fifa. "A primeira escolha é a África do Sul. A segunda escolha é a África do sul. A terceira escolha é a África do Sul."
O pacote orçamental para a Taça inclui 1,18 mil milhões de dólares para a construção e renovação dos estádios e ainda nove mil milhões para o sector dos Transportes.
"Estaremos prontos e cheios de confiança", remata Modise.

ONGs apelam à reforma do estado


Organizações de direitos humanos recomendaram com carácter de urgência a alteração de normas jurídicas que ponham em causa o estado de direito.


Esta iniciativa é segundo os seus organizadores uma resposta às várias perseguições e detenções de cidadãos nacionais e estrangeiros, que já se traduziram em violações dos direitos à liberdade de expressão e manifestação.
Esta recomendação baseia-se em casos recentes como o da britânica Sarah Wykes e dos militantes do Padepa presos depois de term sido acusados de distribuírem panfletos responsabilizavam o Presidente José Eduardo dos Santos pelo estado de corrupção do país.
Acusados de incitamento à subversão popular os oito militantes do Padepa foram absolvidos sexta-feira última por falta de provas, depois do próprio procurador ter considerado que não há nada de delituoso na distribuição de panfletos.
Quanto a Sarah Wykes já se encontra em Luanda com a obrigação de se apresentar diariamente junto da polícia para efeitos de controlo da sua pessoa, apenas se sabe que o seu processo continua em instrução preparatória em segredo de justiça.
Criticas ao governo
A conferência dos direitos humanos que decorreu em Luanda responsabilizou o Governo por impedimentos vários colocados ao desempenho dos activistas cívicos ao mesmo tempo que alertou para as constantes violações dos direitos democráticos fundamentais dos cidadãos.
"O governo tem agido de forma a não permitir o exercício da liberdade actividade das organizações e dos activistas dos direitos humanos", disse o porta-vos da conferência.
"Nas provincias do interior há violação constante à liberdade de expressão e de manifestação", acrescentou.
Não existem mecanismos de alerta para defender os defensores dos direitos humanos contra prisões ilegais ou outros actos que ponham em causa a sua liberdade", concluiu o porta-voz da conferência promovida pelo Conselho de Coordenação dos Direitos umanos.
Angola estará neste momento a viver aquilo que alguns sectores da oposição angolana consideram como sendo a deriva ou a tentação totalitária de alguns sectores mais duros do regime liderado pelo MPLA.
A imprensa privada refere-se à situação criada com os últimos incidentes, como sendo verdadeiros tiros no pé dados pelos representantes da administração.

Príncipe Harry treina para saber lidar com extremistas


Sucessor britânico, que será enviado ao Iraque, simulará plano de resgate como refém.Fonte diz que insurgentes iraquianos farão de tudo para capturá-lo.


LONDRES - O Príncipe Harry, terceiro na ordem de sucessão ao trono da Inglaterra, que deve ser enviado ao Iraque com seu regimento nos próximos meses, fará um treinamento especial para o caso de ser preso por extremistas, afirmou nesta segunda-feira (5) o tablóide The Sun. O exercício, que deve acontecer nos próximos dias no leste da Inglaterra, consistirá em fazer com que o príncipe, de 22 anos, desempenhe o papel de refém, informou o tablóide citando fonte anônima do regimento Blues and Royals.

Seus colegas de regimento deverão planejar um ataque e uma missão de salvamento rápido utilizando granadas e gás lacrimogêneo para recuperar o refém.


"Oficialmente o príncipe Harry é tratado como qualquer outro soldado, mas na realidade cada um sabe que os insurgentes farão de tudo para capturá-lo", indicou a fonte. No dia 22 de fevereiro, o ministério britânico da defesa havia anunciado que o filho do príncipe Charles e da princesa Diana seria enviado ao Iraque com seu regimento em maio. No local, o regimento do subtenente Harry, uma unidade blindada, deverá se dedicar a operações de reconhecimento. Harry é o primeiro membro da família real a ser enviado para uma área de conflito em 25 anos. Seu tio, o príncipe Andrew, então o segundo na sucessão ao trono, participou em 1982 da Guerra das Malvinas contra a Argentina.

Cabinda, much more than black gold


THE enclave of Cabinda, separated from Angola by about 25 miles of a narrow strip of the Democratic Republic of the Congo, is the driving force behind Angola’s oil industry.
Petroleum production from large offshore reserves began in 1968 and now accounts for the majority of Angola's output. The province produces 60% of the entire national production, and generates nearly all the country’s foreign exchange earnings. Despite recent deepwater discoveries off mainland Angola, it is quite clear that Cabinda will continue to be the country’s oil mainstay in the foreseeable future. President and CEO of Sonangol, the state-owned oil company, Mr. Manuel Vicente, comments, “The northern part of the country will continue to have a fundamental role in the oil activity for a very long time, and the largest part of the production continues to come from Cabinda.”

Minister of Petroleum Desiderio Costa says that the new refinery planned for the city of Soyo will increase the value of Cabinda’s fields as the oil produced there is heavy and acid. Minister Costa believes that refining this oil is a way for Angola to gain, and the government is looking for partnerships in carrying out the project.

He says, “The project will be carried out through partnerships with certain countries of the region, either through the government or through private companies.” The ChevronTexaco subsidiary, Cabinda Gulf Oil Company (CABGOC), is the operator in Block Zero, located offshore Cabinda, with a 39.2% share. The block has been operational for decades now and accounts for the majority of Angola’s crude oil production.

As a result of this historical partnership with the Angolan government, ChevronTexaco has been deeply influential in the development of the province, a continuing focus for the company. Managing Director of ChevronTexaco, Mr. James Blackwell, remarks, “One of our concerns is our community development projects. They are a big part of our business here and a big investment.”
Cabinda became a Portuguese protectorate in 1887 after the 1884 conference in Berlin, which saw European colonial powers scrambling to divide the African territories. Governed as a separate colony for over 60 years, Cabinda was incorporated into Angola by the Portuguese in 1956. On independence in 1975, the Alvor Accords were signed stating that the province was to remain an integral part of Angola.
Although not destined for independence, the province may gain a certain autonomy
The province has an area of 2,800 square miles, roughly the size of Delaware, and offers an equatorial climate in addition to a sizeable rainforest. Before the war and before the oil boom, the Cabindan economy was based on timber, cocoa, and coffee and local government authorities are implementing measures to revitalize these sectors, as well as stimulate the growth of new areas such as tourism.

Governor of Cabinda, Anibal Rocha states, “Our future strategy is the development of Cabinda’s other riches. In addition to the wood sector, we have agriculture and livestock breeding, as well as deep sea and continental fishing activities. There are also other mineral resources, such as gold.”
Cabinda faces a situation similar to the Niger Delta states in Nigeria. Political tensions are high in some areas of the province, as separatist groups, primarily the Front for the Liberation of the Cabinda Enclave (FLEC), demand a greater share of oil revenue for the province’s population.
Since the early 1990s, the government of Angola has implemented various measures in order to appease the groups, such as encouraging FLEC members to lay down their arms and join the administration, a move that has met with at least partial success. Managing Director of the External Intelligence Service, Brigadier General Fernando Garcia Miala says strong, organized FLEC forces are now non-existent.


He explains, “The situation in Cabinda is under control and the most important task now is to reintegrate the people who surrendered into the society. The soldiers of FLEC will be integrated into the national armed forces, some into the provincial police, and others into municipal, district, and provincial administrations. The government is also ready to negotiate on matters related to autonomy.”
The Angolan government has also taken heed of complaints from Cabinda’s population about the lack of infrastructure and development in the region and now reinvests 10% of the province’s oil revenues back into the enclave. This is beginning to improve living standards, a crucial element in defusing the conflict, according to Governor Rocha.
He states, “We believe that the solution of the Cabinda problem will emerge from resolving the socio-economic problems of the population. Cabinda receives a percentage of oil profits, which amounts to US$6 million and is channeled back into the effecting of work programs.”
In September 2002, the Angolan government announced that it was prepared to open talks with Cabindan separatist groups and offer the province some measure of autonomy, but ruled out the prospect of complete independence.

Sunday, March 4, 2007

Human Rights Committee Opens

Cabinda - The new provincial committee of Human Rights in northern Cabinda province, set up under dispatch of the provincial governor José Anibal Rocha, will be sworn-in next Friday [19 January 2007] in Cabinda City.
According to the note from provincial delegation of the Ministry of Justice, reached ANGOP, the swearing-in ceremony, to take place in the hall of the University Centre of Cabinda (CUC) will be presided over by the Deputy Minister of Justice, Manuel Alves Monteiro.
After the event, the committee will hold its first meeting to approve the organisation-related drafts.
The Justice deputy Minister agenda also includes a meeting with judicial magistrates and other members of the sector based in the region.